O cânone decide o que se deve ler. A memória oficial decide o que se deve lembrar. São duas faces do mesmo processo de silenciamento, e quem entende uma sem entender a outra fica com metade do problema.
"Memórias silenciadas" investiga por que a tortura só virou escândalo nacional quando atingiu brancos de classe média, por que a tradição nacional-popular foi soterrada junto com a ditadura que a perseguiu, e por que os massacres da redemocratização (Candelária, Carandiru, Carajás) não produziram o mesmo tipo de comoção que as memórias dos "sobreviventes" consagrados. Joel Rufino dos Santos, que aparece também no curso principal, fez a pergunta que organiza todo o percurso: e os nossos 400 anos de escravidão?
Quatro aulas, mais de quatro horas de conteúdo, mesmo formato e mesmo acesso. Se o curso que você está levando desmonta a construção política das "leituras obrigatórias", este desmonta a construção política das "memórias obrigatórias."
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