Quando a sociedade civil ocupou o IPHAN
Durante 50 anos, o IPHAN foi monopolizado por arquitetos obsecados com barroco e modernismo. Na redemocratização, movimentos sociais, historiadores e antropólogos forçaram a porta - e mudaram radicalmente o que o Brasil considera digno de memória.
Pedra do Sal como primeiro patrimônio negro. Terreiros de candomblé reconhecidos pelo Estado que os perseguiu. Cais do Valongo redescoberto nas obras olímpicas. Terreiro da Goméia: o Estado tomba mas abandona. Cada caso revela quanto o patrimônio é campo de luta política.
Complementa perfeitamente o curso principal: se lá você vê a despolitização da cultura, aqui testemunha tentativas concretas de repolitização através da disputa patrimonial.
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